A denúncia foi feita pelo presidente da Plataforma Hepatite C à TSF que assegura que o Hospital Pulido Valente e o Hospital Amadora-Sintra, em Lisboa, não têm ainda o medicamento para tratar os respetivos pacientes.
“Há hospitais onde as pessoas que estão mais debilitadas ainda nem começaram a fazer o tratamento”, disse António Parente à TSF, considerando que “há uma discrepância no acesso à medicação”.
O responsável revelou que já fez “chegar ao senhor ministro uma carta” com estas preocupações e agora é “esperar que a situação seja resolvida”.
“Já não chega as dificuldades de saúde que as pessoas têm e ainda têm o azar de estarem em hospitais onde a situação não está resolvida e, por isso, não têm acesso à medicação”, acrescentou.
Apesar destes casos, António Parente sublinhou o sucesso que o novo fármaco está a ter entre os pacientes, referindo a existência de “apenas 10 casos de pessoas que não conseguiram terminar o tratamento e destes houve dois que faleceram".