Eis os dez alimentos com maiores subidas de preço na última semana

Saiba também quais foram os produtos que mais encareceram com a guerra.

Notícia

© Shutterstock

Notícias ao Minuto
21/11/2022 07:48 ‧ 21/11/2022 por Notícias ao Minuto

Economia

cabaz alimentar

Comprar um cabaz com alimentos considerados essenciais já custa 209,98 euros, de acordo com uma monitorização de preços da DECO Proteste, o que significa que o cesto de alimentos já encareceu mais de 14% desde que começou a guerra. 

Quais foram os preços que mais subiram na última semana? 

  1. Douradinhos de peixe (mais 16%);
  2. Cereais (mais 13%);
  3. Medalhões de pescada (mais 11%);
  4. Atum posta em óleo vegetal (mais 11%);
  5. Couve-coração (mais 7%);
  6. Perna de peru (mais 5%);
  7. Café torrado moído (mais 5%);
  8. Iogurte líquido (mais 4%);
  9. Leite UHT meio-gordo (mais 4%);
  10. Ovos (mais 4%). 

E quais aumentaram mais desde que começou a guerra? 

Ainda segundo os dados da DECO, os dez produtos que mais viram o seu preço aumentar nos últimos nove meses, entre 23 de fevereiro e 16 de novembro, foram:

  1. Açúcar branco (mais 51%);
  2. Polpa de tomate (mais 51%);
  3. Laranja (mais 47%);
  4. Pescada fresca (mais 45%);
  5. Leite UHT meio-gordo (mais 38%);
  6. Bife de peru (mais 33%);
  7. Couve-coração (mais 33%);
  8. Cenoura (mais 32%);
  9. Frango inteiro (mais 30%);
  10. Ovos (mais 30%).

A DECO Proteste tem monitorizado desde o dia 23 de fevereiro, todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior, os preços de um cabaz de 63 produtos alimentares essenciais.

Leia Também: Combustíveis ficam mais baratos hoje (e 'aqui' custam menos)

Partilhe a notícia

Escolha do ocnsumidor 2025

Descarregue a nossa App gratuita

Nono ano consecutivo Escolha do Consumidor para Imprensa Online e eleito o produto do ano 2024.

* Estudo da e Netsonda, nov. e dez. 2023 produtodoano- pt.com
App androidApp iOS

Recomendados para si

Leia também

Últimas notícias


Newsletter

Receba os principais destaques todos os dias no seu email.

Mais lidas