Mota-Engil quer crescer 11% ao ano e aumentar negócios até 2020
A Mota-Engil estima crescer 11% ao ano e alcançar, até 2020, os 4 mil milhões de euros de volume de negócios nas três regiões onde opera, de acordo com o plano estratégico da empresa hoje divulgado.
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Economia Construtora
Segundo o documento, 'Step Up 2020', esta meta será conseguida num contexto de retoma das economias africanas, recuperação do preço das 'commodities' (matérias-primas), manutenção da apetência de investidores para financiamento de grandes projetos em África e América Latina, quer através de 'equity', quer através de financiamento clássico.
A empresa -- que opera na Europa, África e América Latina - estima também o crescimento do volume de negócios com menor exigência de fundo de maneio e a existência de dois mercados 'core' (estratégicos) em cada região que assegurem 60% da faturação da respetiva região.
O plano estratégico traçado pela Mota-Engil -- que em 2015 registou um volume de negócios de 2,4 mil milhões de euros - prevê assim um maior equilíbrio entre as três regiões em que o grupo está presente, a concentração em projetos com escala e maior rentabilidade e enfoque nos resíduos e na energia.
O plano refere que a empresa tem como objetivo a geração de 'cash flow' (fluxo de caixa) acumulado no período 2016-2020 de mais de 1.000 milhões de euros.
Será também prioritária a redução nominal da dívida líquida, com reforço da estrutura de capitais.
"Em 2020, a dívida líquida tentativamente deverá apenas financiar fundo de maneio, não obstante este se reduza em termos nominais, negócios não construção e participações financeiras em concessões de infraestruturas", sinaliza.
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