Mulher que teve 4 filhos com tio nunca os ensinou a comer, andar ou falar

Mais um caso de abuso infantil, que aconteceu nos EUA, e está a chocar o mundo.

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Notícias ao Minuto
27/02/2025 10:30 ‧ há 3 horas por Notícias ao Minuto

Mundo

EUA

Uma mulher, que teve quatro filhos com o seu tio, é acusada de ter mantido as crianças em cativeiro e sujeitas a más condições de vida.

 

Hannah Johnson teve o seu primeiro filho com o tio, quando tinha apenas 18 anos. Segundo relata a imprensa internacional, o pai da jovem permitiu que esta fosse viver com o tio, mesmo sabendo que este estava registado numa lista de predadores sexuais.

Assim, a jovem acabou por casar com o familiar e com ele teve quatro filhos. A família vivia em Ohio, nos EUA.

Segundo as autoridades viriam a descobrir recentemente, as quatro crianças nunca frequentaram a escola, estavam malnutridas, usavam fraldas, não sabiam falar nem andar.

O casal conheceu-se em 2014, quando esta tinha 17 anos, o que significa que o filho mais velho do casal terá cerca de 10 anos. As restantes crianças, refere o USA Today, tinham 4, 6 e 7 anos.

O homem morreu em setembro de 2022, aos 52 anos, e Hannah ficou a viver com a sogra de 72 anos e a criança. O estado em que os menores se encontravam foi descoberto depois de os vizinhos terem lançado um alerta devido ao mau cheiro proveniente do interior da casa. A polícia foi à casa mas nenhuma detenção foi feita.

Momentos depois a mulher levou três dos seus filhos para a casa da sua mãe, com quem não tinha contacto há pelo menos 8 anos. A mãe nem sabia que tinha sido avó. 

Quando regressou a casa e voltou a ser confrontadas pelas autoridades, Hannah não soube explicar o porquê dos filhos estarem malnutridos, referindo que era o marido quem a impedia de dar de comer aos filhos e de os levar ao médico.

Hannah Johnson, 28 anos, encontra-se atualmente numa prisão do Ohio, onde cumpre uma pena de 10 a 14 anos. Declarou-se culpada no Tribunal Comum do Condado de Hamilton das acusações colocar crianças em perigo e de rapto, tendo sido condenada em janeiro.

O filho mais velho do casal, que era o que estava mais bem  tratado, foi entregue a uma família de acolhimento.

Leia Também: Europol alerta para aumento de grupos dedicados a radicalizar menores

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