Os buracos negros continuam a ser um dos maiores mistérios para a comunidade científica, desde logo pelo aspeto, que continua a ser completamente desconhecido para os astrónomos, incapazes de o vislumbrar devido à grande distância que os separa destes fenómenos.
Para serem capazes de observar o buraco negro mais próximo – localizado a 25 mil anos luz – os astrónomos teriam de ter um telescópio suficientemente grande para cobrir essa distância. O problema de construir um telescópio com as dimensões necessárias parece que continuará, sendo que uma estudante do MIT, Katie Bouman, pode ter contornado o problema ao decidir usar o poder combinado de todos os telescópios à sua disposição espalhados por todo o planeta.
Ao pegar em todas as imagens captadas com os telescópios, a equipa de investigação liderada por Bouman utilizará um algoritmo capaz de combinar esses dados e convertê-los em imagens reais. A equipa espera até criar filmes com o buraco negro a consumir matéria, conta o Popular Science.