De acordo com a imprensa local, na carta, Xi disse estar "chocado" com o ocorrido e expressou as suas "profundas condolências" às vítimas e suas famílias, bem como a sua "sincera solidariedade" com os feridos.
O líder chinês sublinhou que o seu país se opõe a qualquer forma de terrorismo, condena firmemente os ataques terroristas e apoia os esforços do Governo russo para manter a segurança e a estabilidade nacionais.
O ataque em Moscovo, reivindicado pelo grupo jihadista Estado Islâmico, tornou-se hoje um dos cinco temas mais comentados da rede social Weibo, o equivalente chinês do X, censurado no país asiático.
As autoridades russas confirmaram até agora a morte de 93 pessoas no ataque, condenado por unanimidade pela comunidade internacional, e alertaram que este número não é definitivo, uma vez que continuam os trabalhos de busca e salvamento no local do ataque.
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