A operação começou por volta das 00h10, horário local (08h10 em Lisboa), com a remoção das barricadas instaladas nas horas antes pelos membros do acampamento.
Após a remoção dessa estrutura, o reitor da Universidade, Robert Robbins, autorizou a intervenção da polícia que já havia sido deslocada para o 'campus'.
"A estrutura, feita de tábuas de madeira e entulho, foi erguida na propriedade do campus por volta das 17h00 de quinta-feira", explicou a universidade em comunicado publicado no seu portal na internet.
Essa barricada, argumentou a universidade, contrariava a política de utilização das instalações universitárias e os participantes no protesto "ignoraram os avisos emitidos para encerrar o acampamento e dispersar".
Portanto, o reitor Robbins iniciou "uma abordagem de tolerância zero para defender a sua política de utilização das instalações, com o objetivo de proteger o centro, os seus estudantes e os eventos programados".
Após notificarem os manifestantes através de um sistema de som, as forças de segurança dispararam gás lacrimogéneo contra os manifestantes presentes, segundo o jornal local Arizona Daily Star, acrescentando que não há registo de feridos até ao momento.
A Universidade também informou que os participantes no acampamento responderam a atirar pedras e garrafas de água contra os agentes e funcionários da universidade e a fazer furos nos pneus dos veículos da polícia.
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