Eleições na FPF: Processo foi "livre, democrático e com elevação"

O processo eleitoral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que hoje culmina com a votação entre Pedro Proença e Nuno Lobo, foi "transparente, livre, democrático e com elevação", segundo o presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) do organismo.

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© PSD

Lusa
14/02/2025 13:40 ‧ 14/02/2025 por Lusa

Desporto

José Luís Arnaut

Em declarações aos jornalistas, na Cidade do Futebol, em Oeiras, minutos antes de abrirem as mesas de voto, às 13:00, num ato que vai decorrer até às 19:00, José Luís Arnaut descreveu o ato eleitoral, no qual vai ser escolhido o sucessor de Fernando Gomes, que preside à FPF desde 17 dezembro de 2011.

 

"O processo eleitoral correu com grande normalidade, grande elevação no debate das propostas e das ideias. Não foi uma campanha difamatória ou de acusações, foi algo que sempre quis imprimir nos candidatos, de maneira a que o futebol fosse realçado, sem que se discutissem questões laterais, como acontece, muitas vezes, no desporto e, em particular, no futebol", afirmou o antigo ministro dos governos do PSD liderados por José Manuel Durão Barroso e Pedro Santana Lopes.

São candidatos à sucessão de Fernando Gomes o antigo árbitro internacional Pedro Proença, que está à frente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) há três mandatos, desde julho de 2015, e Nuno Lobo, que liderou durante 13 anos a Associação de Futebol de Lisboa (AFL).

Nestas curtas declarações, Arnaut destacou o momento de consolidação da FPF, após "12 anos que mudaram o futebol em Portugal", sob a liderança de Gomes, destacando o esforço pela elevação na discussão nas AG, e reiterou a lisura do processo eleitoral que hoje termina, assegurando-o "transparente, livre, democrático e com elevação".

Na quarta-feira, a comissão eleitoral da FPF, também presidida pelo líder da MAG, acabou por não proibir a utilização de telemóveis ou dispositivos de captura de imagens pelos delegados no ato eleitoral, apesar do pedido feito pela candidatura encabeçada por Nuno Lobo.

"Não vai haver recolha de imagens durante o processo eleitoral, agora o que cada um faz na sua mesa de voto e na sua urna é uma decisão pessoal. Acredito que vão votar livremente, não sinto, nem recebi, de nenhum delegado, qualquer sentido que não seja de votarem em liberdade", vincou Arnaut, salientando a "normalidade" da decisão tomada suportada por um parecer jurídico.

O 32.º presidente da FPF vai ser eleito, para um mandato até 2028, por 84 delegados, 29 dos quais por inerência, que incluem os 22 líderes das associações regionais e distritais, assim como os da LPFP e das estruturas representativas de treinadores, árbitros, futebolistas, dirigentes, enfermeiros e massagistas e médicos.

Além destes, a AG eleitoral contempla mais 55 delegados: 20 representantes dos clubes das competições profissionais, oito das provas não profissionais, sete das distritais, cinco dos jogadores profissionais, cinco dos amadores, cinco dos técnicos e cinco dos árbitros.

 

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