Às 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,31% para 466,92 pontos.
As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,28%, 0,35% e 0,31%, respetivamente, bem como a de Milão, que se valorizava 0,46%.
Madrid era a exceção, já que descia 0,06%, mas depois de ter aberto em alta.
No mesmo sentido de Madrid, depois de abrir a descer, a Bolsa de Lisboa mantinha a tendência e às 08:50 o principal índice, o PSI, recuava 0,10% para 6.067,69 pontos.
Além das perspetivas económicas a divulgar hoje pela Comissão Europeia, os mercados aguardam a divulgação da produção industrial de março na zona euro e do índice de preços por grosso de abril na Alemanha, enquanto nos EUA, o índice Empire State Manufacturing Index de maio em Nova Iorque marcará a sessão.
Wall Street fechou a sexta-feira no vermelho, com o Dow Jones Industrials a cair 0,03%, arrastada pelos dados piores do que o previsto sobre a confiança dos consumidores norte-americanos e pelas dúvidas sobre os bancos regionais do país.
Na sexta-feira, a Bolsa de Nova Iorque terminou em baixa, com o Dow Jones a descer 0,03% para 33.300,62 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro de 2022.
O Nasdaq fechou a desvalorizar-se 0,35% para 12.284,74 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro de 2021.
A nível cambial, o euro abriu a subir no mercado de câmbios de Frankfurt, mas a cotar-se a 1,0866 dólares, contra 1,0849 dólares na quinta-feira.
O euro está a cotar-se acima da paridade face ao dólar desde 07 de novembro, depois de ter estado abaixo da paridade desde 20 de setembro, com exceção para o dia 26 de outubro (1,0076 dólares).
O barril de petróleo Brent para entrega em julho abriu a cair no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 73,91 dólares, contra 74,17 dólares na sexta-feira e 72,33 em 03 de maio, um mínimo desde janeiro de 2022.
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