O volume de negócios da Heineken, por seu lado, aumentou em 2023 para cerca de 36.400 milhões de euros, mais 4,9% do que em 2022, quando se situou em 34.600 milhões de euros, o que se deveu à subida dos preços, esclarece o grupo empresarial em comunicado.
O aumento dos preços permitiram à Heineken compensar a queda de 4,7% nos volumes de vendas (242.600 milhões em 2023), impulsionada principalmente pelos mercados nigeriano e vietnamita, que representaram mais de 60% da queda nos volumes devido às difíceis condições económicas em ambos os países.
Além disso, a cervejeira Heineken, que também detém as marcas Amstel, Desperados e a Birra Moretti, refere na nota citada que teve de enfrentar outros desafios no ano passado, em particular o custo das matérias-primas e da energia.
O presidente executivo da Heineken, Dolf van den Brink, comentando os resultados financeiros alcançados disse: "Após um 2022 forte, 2023 revelou-se um desafio", lembrando que as perspetivas para 2024 se mantêm igualmente desafiantes.
Leia Também: Lucro da seguradora Mapfre sobe 7,7% para 692 ME em 2023