"A marcar o 15.º aniversário do Mudam Luxemburgo -- Museu de Arte Moderna, 'Freigmeister' ('Espíritos livres') apresenta o trabalho de 14 artistas do Luxemburgo que representam diferentes gerações. Exibindo trabalhos novos e recentes de meios como fotografia, pintura, desenho, instalação, escultura, cinema, vídeo, animação, realidade virtual e performance, 'Freigmeister' procura refletir uma perspetiva pensada e comprometida do mundo que nos rodeia", adiantou, em comunicado, o museu dirigido até ao final do ano pela antiga diretora do Museu de Serralves Suzanne Cotter.
A exposição "Freigmeister" conta com curadoria de Clément Minighetti, Sarah Beaumont, Marie-Noëlle Farcy e Christophe Gallois e vai estar aberta ao público entre 11 de novembro deste ano e 27 de fevereiro de 2022.
O museu lembrou, no comunicado sobre a programação do outono, que "muitos artistas que originam de ou vivem e trabalham no Luxemburgo permanecem ligados de perto a outro lugar", tratando-se de um país "onde as travessias de fronteira são parte de uma rotina diária".
"Esta diversidade e abertura é uma parte valiosa da cultura local. O panorama da arte contemporânea no Luxemburgo tem-se mostrado consciente dos desafios associados à transformação de um pequeno, mas economicamente bem-sucedido país que procura reconciliar a sua identidade com o seu futuro", acrescentou o Mudam.
Marco Godinho, nascido em 1978 em Salvaterra de Magos, vive e trabalha entre Paris e o Luxemburgo, tendo exposto em múltiplos espaços internacionais ao longo das últimas duas décadas.
Em 2019, foi o artista escolhido para representar o Luxemburgo na Bienal Internacional de Arte de Veneza.
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