O procurador que acusou os cinco indivíduos disse à Agência France-Presse que as mensagens consideradas ofensivas para o Islão, a religião do Estado, estão a aumentar no Paquistão.
Os cinco condenados podem recorrer da sentença proferida hoje pelo tribunal de primeira instância de Rawalpindi, perto de Islamabad.
Até à data, o Paquistão nunca executou ninguém condenado por blasfémia e as sentenças de morte pronunciadas sob esta acusação foram geralmente comutadas para prisão perpétua.
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