Já depois de ter sido oficializado como novo treinador do Botafogo, esta sexta-feira, Renato Paiva foi formalmente apresentado, em conferência de imprensa, ao lado de John Textor, admitindo que nem sequer pestanejou assim que teve conhecimento da oportunidade de liderar os destinos dos campeões brasileiros e sul-americanos, na sucessão a Artur Jorge.
"É com enorme orgulho e satisfação que chego a este gigante do futebol mundial e brasileiro. É o objetivo de qualquer treinador treinar um clube como o Botafogo, com esta história e o seu presente. Quando surgiu a oportunidade nem pestanejei. Fiz tudo o que estava ao meu alcance. Chego com trabalho de 23 anos, sendo que 18 foram na formação do Benfica", começou por dizer, em declarações citadas na Globo Esporte.
"No Toluca, tive o meu melhor trabalho, não só em qualidade, mas em números. Não chegamos agora à fase final, mas os números na fase regular foram bons. Tenho o ADN do Botafogo. O adeptos exige que se ganhe e vamos jogar para isso mesmo", vincou de seguida.
"Nem sempre vamos ganhar. Para mim, jogar bem é relativo, mas temos de ter a bola. Os jogadores vão desfrutar muito. O Artur Jorge deixa uma marca positiva. Temos a pressão de ganhar, com adeptos que querem ganhar. O sonho de qualquer treinador é jogar por títulos. Dentro de tudo isso, o nome do Botafogo era suficiente. Foi uma proposta dentro de tudo o que eu vejo", admitiu o experiente treinador português.
Recorde-se que Renato Paiva esteve em várias equipas jovens do Benfica entre 2003 e 2021, altura em que rumou ao Independiente del Valle, no Equador, seguindo-se uma aventura nos mexicanos do Club León (2022/23), outra nos brasileiros do Bahia (2023) e o posterior regresso ao México, ao serviço do Toluca, de Paulinho, ex-Sporting. Agora, o técnico de 54 anos vai voltar a competir no Brasileirão.
Leia Também: Oficial: Renato Paiva é o novo técnico do Botafogo e regressa ao Brasil