“25 de Abril sempre! Fascistas nunca mais”, "gatunos" e "demissão", gritaram os manifestantes, interrompendo, cerca das 21h40, o discurso de Miguel Relvas, que falava há cinco minutos.
O ministro ainda tentou dirigir-se aos manifestantes, mas a sua voz foi abafada pelos protestos. "Sim, vamos todos cantar", disse Miguel Relvas, que só conseguiu voltar ao seu discurso depois de o grupo ter saído por sua iniciativa da sala.
"Nestas circunstâncias [estas manifestações] não me desencorajam, não tenho qualquer tipo de preconceito", afirmou Relvas após os protestos.