Análise ao apuramento: "Podemos agradecer ao Rui Silva por termos chegado ao intervalo com um 0-0. Houve muita falta de atitude, de forma geral. Não estávamos a dignificar o Sporting da melhor maneira. Disse-lhes que não estávamos a ter a atitude correta e a segunda parte foi totalmente diferente. Não deixámos o Gil crescer. Fizemos o 1-0, podíamos ter feito o segundo. Foi uma diferença muito grande na atitude competitiva. Temos de meter na cabeça que é esta a atitude que temos de ter sempre".
Entrada de Gyokeres determinante: "Não quero individualizar o Viktor [Gyokeres]. É um jogador importante para a equipa e os adversários olham para ele de forma diferenciada. Penso que o que ajudou foi a atitude competitiva que fomos capazes de ter na segunda parte, algo que foi muito diferente em relação à primeira parte".
Gestão do plantel perante a 'onda' de lesões: "A gestão passa por olhar para quem está disponível, fazer o melhor onze e tentar ser competente. Independentemente das falhas, a equipa que tinha de ir para o jogo e vencer. Temos de ter esta atitude e só assim é que conseguimos ganhar, independentemente de quem está ou não está. A atitude competitiva tem de ser muito forte".
Transitar da atitude para a I Liga: "Gostava de ter toda a gente disponível e mais tempo de treino. É difícil com o acumular de jogos. Na primeira parte estávamos aquém no nível físico. Na segunda parte melhorámos nesse sentido também. Às vezes até é uma questão mental. Não há cansaço que possa ser superior à atitude".
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