Um inquérito realizado a 1.000 estudantes, tanto britânicos como estrangeiros, revelou um "aumento explosivo" na utilização de ferramentas de inteligência artificial generativa (GenIA), nos últimos 12 meses.
Dos inquiridos, 88% admitiram utilizar ferramentas como o ChatGPT nas suas avaliações, contra 53% no ano anterior, mas a percentagem de utilização de qualquer ferramenta de IA foi de 92% nos últimos 12 meses, face aos 66% registados no ano anterior, segundo o relatório do Higher Education Policy Institute e da Kortext.
O autor do relatório, Josh Freeman, afirmou que uma mudança tão drástica de comportamento em apenas doze meses não tem precedentes, salienta a agência EFE.
"As universidades devem tomar nota: a IA generativa veio para ficar. Todas as avaliações devem ser revistas para ver se podem ser facilmente concluídas usando IA. Isso exigirá iniciativas de formação arrojadas sobre o poder e o potencial da IA generativa", referiu Freeman à agência espanhola.
Segundo o estudo, os estudantes universitários admitem utilizar a GenIA para explicar conceitos, resumir artigos e sugerir ideias de investigação.
A GenIA é uma categoria de IA projetada para criar conteúdo original, capaz de gerar texto ou imagens.
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