A visita de Peters à China ocorre depois de Pequim ter chegado a um acordo com as Ilhas Cook, criticado pela Nova Zelândia, e de o ministro da Defesa neozelandês ter afirmado que navios de guerra chineses têm navegado em águas próximas da Nova Zelândia e da Austrália, nas últimas duas semanas, com armas "extremamente capazes".
"A parceria estratégica abrangente entre a China e a Nova Zelândia está a entrar na sua segunda década", disse Han, citado pela agência noticiosa oficial Xinhua.
Ele acrescentou que a China atribui "grande importância ao desenvolvimento das relações com a Nova Zelândia".
De acordo com Han, Pequim está disposta a trabalhar para "implementar o importante consenso alcançado pelos líderes dos dois países, melhorar a compreensão mútua e promover o desenvolvimento sustentado, sólido e estável" dos laços.
Ele recordou que os líderes das duas nações se reuniram à margem da reunião dos líderes económicos da APEC em novembro passado, fornecendo "orientações estratégicas para o desenvolvimento contínuo das relações a partir de um novo ponto de partida".
Peters, que acumula o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros, disse que a Nova Zelândia está disposta a "reforçar o diálogo, melhorar a compreensão e aprofundar a cooperação económica e comercial" com a China, segundo a Xinhua.
De acordo com um comunicado da porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, a China procura "melhorar a compreensão mútua e expandir a cooperação económica" entre os dois países em áreas como a energia solar e os veículos elétricos.
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