Dois mortos em ataque israelita no Líbano

Duas pessoas morreram esta terça-feira num ataque israelita no leste do Líbano, onde as forças de Telavive continuam a bombardear o grupo Hezbollah pró-iraniano, segundo a agência noticiosa oficial libanesa.

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© Ramiz Dallah/Anadolu via Getty Images

Lusa
25/02/2025 19:25 ‧ há 2 horas por Lusa

Mundo

Médio Oriente

"Um drone inimigo efetuou um ataque aéreo sobre a localidade de Chaara, na região de Janta (...) matando duas pessoas e ferindo outras duas", escreveu a Agência Nacional de Notícias (ANI).

 

O Hezbollah e Israel acusam-se mutuamente de violar o acordo de cessar-fogo que pôs fim à guerra em 27 de novembro.

Há dois dias, o exército israelita anunciou ter atingido lançadores de foguetes no sul do Líbano que constituíam uma "ameaça iminente".

"Foi efetuado um ataque contra vários lança-foguetes que constituíam uma ameaça iminente para os civis israelitas no sul do Líbano", declarou o Exército em comunicado.

Na mesma nota, o Exército israelita acrescenta que tinha igualmente efetuado "um ataque preciso (...) contra um local militar (...) onde tinha sido identificada atividade do Hezbollah" noutro local do Líbano.

No passado dia 19, o exército israelita admitiu ter atacado um membro do movimento xiita no sul do Líbano, um dia depois de as suas tropas se terem retirado da fronteira, e autoridades libanesas anunciarem a morte de uma pessoa.

De acordo com os termos do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, que entrou em vigor a 27 de novembro, o Exército israelita deveria ter concluído a sua retirada do sul do Líbano até 26 de janeiro, onde apenas o Exército libanês e as forças de paz podem ser mobilizados.

O Hezbollah, por seu lado, deveria desmantelar as suas infraestruturas no sul, perto da fronteira israelita, e retirar para norte do rio Litani durante esse período.

O prazo foi adiado para 18 de fevereiro, mas nessa manhã Israel anunciou que iria manter temporariamente as suas forças em cinco posições, uma decisão denunciada pela ONU e por Beirute.

Os militares israelitas disseram que se tratava de "posições estratégicas" localizadas em colinas com vista para ambos os lados da fronteira.

Leia Também: Primeiro-ministro do Líbano promete governo reformista e mobilizador

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