Estas supressões incidem, desde logo, "sobre a informação que promove programas, conceitos ou conteúdos sobre teoria crítica da raça, ideologia do género ou tratamentos preferenciais e quotas baseadas no sexo, na raça ou na etnicidade", segundo um documento do porta-voz do Pentágono, Sean Parnell.
Estas retiradas, que devem ser feitas até quarta-feira, incluem também tudo o que "promove" acontecimentos que favoreçam algumas minorias, como, em fevereiro, o "Mês da História Negra", o mês em que se celebra a história dos afro-americanos.
Logo no primeiro do seu regresso à Casa Branca, em 20 de janeiro, Donald Trump assinou uma ordem executiva que declarava "ilegais" os programas e políticas DEI (diversidade, equidade, inclusão) que promoviam a igualdade de oportunidades, no seio do Estado federal.
As políticas e medidas promotoras da diversidade "não fazem parte do ofício", pelo que devem ser eliminadas, tinha considerado o secretário da Defesa, Pete Hegseth.
Na quarta-feira à noite, a comunidade LGBT+ sofreu um novo golpe, quando o Pentágono fez saber que ia expulsar as pessoas transgénero das fileiras, salvo exceções especiais.
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